18/01/2011

uma luz q se apaga ou uma estrela que acende?

Neste final de semana faleceu Pe José Marcos Bach.

Tenho um sentimento de tristeza, não tanto por ele ou sua família quanto por nós, que deixamos de conviver com sua genialidade.

Sua produção textual se encontra a salvo, é certo, mas sem publicação em sua maior parte. Ainda não estamos prontos para lê-lo. Como somos limitados.

Sinto a tristeza egoísta de quem pensa que há tanta gente causando retrocesso ao Reino de Deus, de dentro do que se diz sua Igreja, e que permanece aí, lesando o bem comum... e os poucos bons se vão.

Em um mundo quase sem amor, fica difícil ver a vivência de um cristianismo sadio.

Que esta passagem seja o acender de uma estrela, e não o apagar de uma luz a iluminar nosso caminho.

Um agradecimento a este jesuíta, que mesmo em uma ordem tão humanista, teve a dificuldade de convivência comum aos grandes visionários.

Que seu sentido humanista nos seja sempre acessível. Que sejamos menos limitados.

11/01/2011

faz tempo

que não escrevo aqui... logo eu que já fui tão assídua.

Creio que temos várias fases na vida, agora estou vivendo a fase mãe, e está sendo bem legal.
Tem alguns pequeninos contratempos, como esta noite, onde ela acordou umas quatro vezes, risos.
Ela aprendeu a se virar dormindo. Vira de lado, e na sequência vira de bruços.
Ao virar de bruços se assusta, e tenta levantar, como quem está aprendendo a engatinhar... daí acorda e resmunga.
Aí entra a mãe, q pega no colo e ajuda a novamente adormecer.
Não fosse a necessidade de acordar cedo, isso em nada me incomodaria.
É delicioso ter minha filha nos braços, ela é linda, e muito carinhosa.

Um pequeno bebê, cheio de energia e com dois dentinhos apontando na boquinha, sempre pronta a se abrir em um sorriso gostoso.

:)

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