30/06/2008

Questão de Gênero

Há muito tempo me interesso pela discussão de Gênero.
 
Nunca me enquadrei prefeitamente no estereotipo de 'Amélia', talvez por isso o assunto me agrade.
 
Assiti na sexta uma palestra da Pastora Dra Wanda Diefelt, sobre Cidadania na Teologia Feminista, muito legal, promovida pela Escola Superior de Teologia - EST, no Morro do Espelho, São Leopoldo/RS.
 
Ela iniciou a palestra conceituando o termo CIDADANIA.
Não tinha me dado conta de que o CIDADANIA, na antiguidade invocava a questão da Meritocracia, onde o indivíduo tinha que preencher uma série de requisitos para ser considerado CIDADÃO, enquanto hoje a palavra invoca o contrário, porque sou CIDADÃO, tenho uma série de direitos, o conceito sofreu uma inversão.
Coisa de maluco, né?
 
Outra coisa importante de se salientar é que o Feminismo não é o contrário de Machismo!
Se fosse o contrário, apenas trocaria uma forma de opressão por outra.
 
Devemos construir discussões maduras, que levem ao crescimento de todos, para o bem de todos.
 
Chega de banalidades e banalizações...
não podemos mais permitir que a mulher, o homossexual, o homem, sejam reduzidos a estereótipos vazios e/ou negativos.
 
 

29/06/2008

chove chuva...

chove sem parar...






Pois não é que tivemos mais um final de semana aquático aqui nos pampas?
Que coisa séria...
Eu passei o domingo colocando a casa em ordem... tenho novidades para contar, espero que esta semana consiga colocar em dia um pouco delas.
Estou lendo o Mundo de Sofia!
Acreditam que ainda não tinha lido? Que livrinho maravilhoso... estou adorando... recomendo!
Aliás, filosofia é algo fascinante!
Outra coisa legal de contar é que estou construindo a árvore genealógica de minha família, tirei DEZ na disciplina de imigração, onde apresentei o 'rascunho' da árvore como trabalho, relacionando as movimentações das famílias com os fenômenos de imigração vividos no Brasil no período.
Tenho que escrever mais sobre isso no blog da História.
Beijos a todos os amigos que continuam visitando mesmo com minha ausência momentânea.
E uma salva de palmas às férias, tão merecidas, que chegaram de mansinho!!!
Salve!!!

20/06/2008

Tudo o que hoje preciso realmente saber, aprendi no jardim de infância

Tudo o que hoje preciso realmente saber, sobre como viver, o que fazer e como ser, eu aprendi no jardim de infância.
A sabedoria não se encontrava no topo de um curso de  pós-graduação, mas no montinho de areia da escola de todo dia.

Estas são as coisas que aprendi lá:
       1. Compartilhe tudo.
       2. Jogue dentro das regras.
       3. Não bata nos outros.
       4. Coloque as coisas de volta onde pegou.
       5. Arrume sua bagunça.
       6. Não pegue as coisas dos outros.
       7. Peça desculpas quando machucar alguém.
       8. Lave as mãos antes de comer e agradeça a Deus antes de deitar.
       9. Dê descarga. (esse é importante)
       10. Biscoitos quentinhos e leite fazem bem para você.
       11. Respeite o outro.
       12. Leve uma vida equilibrada: aprenda um pouco, pense um pouco...desenhe... pinte... cante... dance... brinque... trabalhe um pouco todos os dias.
       13. Tire uma soneca a tarde; (isso é muito bom)
       14. Quando sair, cuidado com os carros.
       15. Dê a mão e fique junto.
       16. Repare nas maravilhas da vida.
       17. O peixinho dourado, o hamster, o camundongo branco e até mesmo a sementinha no copinho plástico, todos morrem... nós também .

Pegue qualquer um desses itens, coloque-os em termos mais adultos e sofisticados e aplique-os à sua vida familiar, ao seu trabalho, ao seu governo, ao  seu mundo e ai verá como ele é verdadeiro claro e firme.

Pense como o mundo seria melhor se todos nós, no mundo todo, tivéssemos biscoitos e leite todos os dias por volta das três da tarde e pudéssemos nos deitar com um cobertorzinho para uma soneca.

" É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão. O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem souber ver".

19/06/2008

PIADEX - velhinhos

Um casal de velhinhos está deitado na cama.

 A esposa não está satisfeita com a distância que há entre eles; ela lembra:
- Quando éramos jovens, você   costumava segurar a minha mão na cama.
Ele hesita e, depois de um breve momento, estica o braço e segura a mão dela.

Ela não se dá por satisfeita.
- Quando éramos jovens, você costumava ficar bem pertinho de mim.
Uma hesitação mais prolongada agora e, finalmente,   resmungando um pouco, ele vira o corpo com dificuldade  e se aconchega perto dela da melhor maneira possível.
Ela ainda insatisfeita:
- Quando éramos jovens, você costumava morder minha orelha...
Ele dá um longo suspiro, joga a coberta de lado e sai da cama.
Ela se sente ofendida e grita:
- Aonde você vai?
- Buscar a dentadura, véia chata.

12/06/2008

Amor

O amor só é lindo, quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser.

 

Mário Quintana

 

Minha singela homenagem a todos que conseguem manter o encanto do namoro nos seus relacionamentos estáveis...

 

Acreditem, é possível!

 

---

Por que as pessoas participam de redes de Relacionamento?

Separei este artigo para dividir com vocês, bastante interessante.

Beijinho, e boa quinta.

----

Fonte: Harvard Business Online

Bernoff, Josh

Frequentemente nossos clientes corporativos perguntam: por que as pessoas participam de atividades sociais on-line? O que as leva a isso?

Tentamos coletar o maior número de respostas possíveis, que refletissem a diversidade de motivos. Veja aqui uma lista incompleta dessa coleta. É apenas um começo – os motivos são variados, tal como são as pessoas.

- Manter o círculo de amizades. A Facebook conecta pessoas que se conhecem, para mantê-las atualizadas sobre suas vidas.

- Fazer novas amizades. Sempre ouvimos estórias de pessoas que se apegam a redes de relacionamento. De acordo com as pesquisas sobre consumidores, da Forrester’s, um em cada cinco solteiros que navegam na internet tem visitado sites de encontros on-line no último ano.

- Pressão social de amigos. As pessoas que se encontram num ritmo de crescimento de relacionamentos on-line também querem que você participe. Seus amigos, filhos ou parceiros do futebol do final de semana estão neste momento enviando um convite por e-mail pedindo a você que se junte a eles.

- “Pagar pra ver”. Depois de ver que o site é interessante, você pode passar a ser membro participativo.

- Impulso altruísta. A “cultura da generosidade”. Foi o que tornou o Wikipedia uma realidade. As pessoas simplesmente querem poder ajudar.

- Impulso sexual. As pessoas são sexies, divertidas e tolas. Tudo isso está em exposição na passarela infinita do exibicionismo.

- Impulso criativo. Se você é um fotógrafo, escritor ou trabalha com vídeo, a web é o lugar perfeito para você mostrar seu trabalho.

- Impulso de validação. Pessoas que postam informações em locais como o Yahoo! Answers, por exemplo, desejam ser vistos como experts possuidoras de conhecimento.

- Impulso por afinidade. Se seu time de futebol ou fãs do Brad Pitt estão conectados on-line, você pode se juntar a eles para compartilhar interesses comuns.

Respeite a diversidade. Tenha isso em mente quando se cadastrar em uma comunidade virtual. Assumir que todos procuram a mesma coisa que você é um grande erro.

Josh Bernoff, vice-presidente e analista da Forrester Research.

 

11/06/2008

Intrapessoal - Q isso????

“É preciso ter dúvidas. Só os estúpidos têm uma confiança absoluta em si mesmos.”

 

Orson Welles

 

Pois então... questionar a si mesmo, rever metas, traçar estratégias, estimular a sua auto-estima e seu auto-conhecimento é um diferencial!

A maioria das pessoas definitivamente preferem a vala comum, infinitamente mais ‘confortável’.

 

Ontem fomos em uma palestra sobre liderança na Câmara Americana do Comércio... show de bola!

Aprendi um ‘termo novo” chamado ‘competência intrapessoal’.

Há muito tempo conhecia o termo interpessoal (que é a capacidade de se relacionar com os outros... interagir), mas este termo denota a capacidade de se AUTO-CONHECER, que só pode ser estimulada em quem tem a ‘competência’ de ser autocrítico, que se questiona e não tem medo de se expor, de certa forma.

 

Taí uma boa dimensão a ser trabalhada... e com a qual a maioria das pessoas (especialmente quem possui algum tipo de liderança neste país forjado sob a gesta de capitães e ‘coronéis’) não se permite.

 

08/06/2008

coleta seletiva - Vai PLANETA!!!!

aqui na nossa cidade ainda não há coleta seletiva implantada em todos os bairros...

mas uma coisa pouca gente sabe, é que há uma usina de reciclagem de lixo, para onde vai todo o lixo recolhido na cidade.

Assim aquela desculpa de que "não adianta separar, porque no caminhão mistura tudo" não se aplica, uma vez que tudo que o caminhão do lixo leva, é separado em uma grande esteira, na Usina de Reciclagem de lixo, aqui em São Leopoldo (RS).

Então é muito válido fazer a separação mais básica, mais primária do lixo, que é SECO X ORGÂNICO.

Assim não 'suja' o lixo seco, e facilita a vida de tantas famílias que vivem da renda gerada do lixo.



Quem tem pátio em casa, pode fazer ainda outra separação, que é o lixo orgânico que pode ser aproveitado na compostagem (cascas de frutas, etc...) e o lixo orgânico que não pode (papel higiênico, pó de café, restos de comida - porque possuem sal).

O orgânico 'natural' que são as cascas e sementes de frutas, verduras e legumes, pode e deve ser levado ao quintal, preferencialmente depositado em um buraco e coberto de terra, a fim de que se torne adubo.

E que belo adubo se forma... reconstitui as propriedades da terra... é ótimo.



Estamos tentando fazer da melhor forma possível a coleta seletiva aqui em casa.

Falamos tanto em ecologia, em 'preocupação do ser humano com o planeta', mas gestos concretos e simples como este (da boa e consciente separação) ainda estão longe de serem realidade em todas as casas.

Falta alimento porque desperdiçamos muita comida.

Pense só na quantidade de comida cozida que você e sua família jogam semanalmente no lixo?

Enquanto não percebermos que, além de fazer falta para outras pessoas, é nosso rico dinheirinho que está indo para o lixo... este quadro não vai mudar não.



Como diria o Capitão Planeta (agora eu me puxei)

o poder é de vocês!

04/06/2008

Carta do Papa à reunião da FAO sobre segurança alimentar mundial

Confesso que fiquei satisfatoriamente surpresa com as palavras de Bento XVI...

Deixo aqui na íntegra, para que você possa ler:

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 3 de junho de 2008 (ZENIT.org).- Publicamos a mensagem de Bento XVI lida nesta terça-feira pelo cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado e chefe da delegação da Santa Sé na Conferência de aproximadamente 50 chefes de Estado e de outros representantes nacionais sobre «A segurança alimentar moral: os desafios da mudança climática e a bioenergia», que se celebra de 3 a 5 de junho na sede do Fundo das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma.

* * *

Senhor presidente da República italiana,

Ilustres chefes de Estado e de Governo,

Senhor diretor-geral da FAO,

Senhor secretário-geral da ONU,

Senhoras e senhores:

Com alegria apresento minha respeitosa e cordial saudação a todos vós que, de diferentes maneiras, representais os diferentes componentes da família humana, reunidos em Roma para concordar soluções idôneas e enfrentar o problema da fome e da desnutrição.

Pedi ao cardeal Tarcisio Bertone, meu secretário de Estado, que vos transmita a particular atenção com a qual acompanho vosso trabalho e que vos assegure que dou uma grande importância à árdua tarefa que vos espera. A vós se dirige o olhar de milhões de homens e mulheres, enquanto novas insídias ameaçam sua sobrevivência e situações preocupantes põem em perigo a segurança de seus países. De fato, a crescente globalização dos mercados nem sempre favorece a disponibilidade de alimentos e os sistemas produtivos com freqüência estão condicionados por limites estruturais, assim como por políticas protecionistas e fenômenos especulativos que deixam populações inteiras à margem dos processos de desenvolvimento. À luz desta situação, é necessário confirmar com força que a fome e a desnutrição são inaceitáveis em um mundo que, em realidade, dispõe de níveis de produção, de recursos e de conhecimentos suficientes para acabar com estes dramas e com suas conseqüências. O grande desafio de hoje consiste em «globalizar não só os interesses econômicos e comerciais, mas também as expectativas de solidariedade, no respeito e na valorização da contribuição de cada membro da sociedade» (Discurso à fundação Centesimus Annus pro Pontifice, 31 de maio de 2008).

Faço chegar à FAO e a seu diretor-geral meu apreço e gratidão por ter chamado novamente a atenção da comunidade internacional sobre o que é obstáculo para a luta contra a fome e por tê-la convidado a uma ação que, para que seja eficaz, tem de ser unitária e coordenada.

Com este espírito, desejo renovar às personalidades que participam desta reunião o auspício que formulei durante minha recente visita à sede da ONU: é urgente superar o «paradoxo de um consenso multilateral que continua padecendo uma crise por causa de sua subordinação às decisões de poucos» (Discurso à assembléia geral da ONU, 18 de abril de 2008). Também me permito convidá-los a colaborar de maneira cada vez mais transparente com as organizações da sociedade civil comprometidas em superar a crescente brecha entre riqueza e pobreza. Exorto-vos a continuar nessas reformas estruturais que, no âmbito nacional, são indispensáveis para enfrentar com êxito os problemas do subdesenvolvimento, dos quais a fome e a desnutrição são uma conseqüência direta. Sei que tudo isso é árduo e complexo!

Pois bem, como é possível permanecer insensíveis aos apelos daqueles que, em diferentes continentes, não conseguem alimentar-se suficientemente para viver? Pobreza e desnutrição não são uma mera fatalidade, provocada por situações ambientais adversas e por calamidades naturais desastrosas. Por outro lado, as considerações de caráter exclusivamente técnico ou econômico não devem prevalecer sobre os deveres de justiça para os que padecem de fome. O direito à alimentação «responde principalmente a uma motivação ética: ‘dar de comer aos famintos’ (cf. Mt 25-35), que chama a compartilhar os bens materiais como mostra do amor de que todos precisamos [...] Este direito primário à alimentação está intrinsecamente vinculado à tutela e defesa da vida humana, rocha firme e inviolável onde se apóia todo o edifício dos direitos humanos» (Discurso ao novo embaixador da Guatemala, 31 de maio de 2008).

Cada pessoa tem direito à vida; por isso, é necessário promover de maneira eficaz a aplicação deste direito e ajudar as populações que sofrem pela falta de alimentos a chegar a ser pouco a pouco capazes de satisfazer as próprias exigências de uma alimentação suficiente e saudável.

Neste momento particular, no qual está ameaçada a segurança alimentar por causa do encarecimento dos produtos agrícolas, devem ser elaboradas novas estratégias de luta contra a pobreza e de promoção do desenvolvimento rural. Isso deve acontecer também através de processos de reformas estruturais, que permitam enfrentar os desafios da própria segurança e das mudanças climáticas; também é necessário aumentar a disponibilidade de comida, valorizando as capacidades dos pequenos agricultores e garantindo seu acesso ao mercado. Pois bem, o aumento global da produção agrícola só poderá ser eficaz se for acompanhado pela distribuição eficaz desta produção e se for destinado primariamente a satisfazer as necessidades essenciais. Trata-se de um caminho que não é certamente fácil, mas que permitiria, entre outras coisas, redescobrir o valor da família rural: esta não se limita a preservar a transmissão, dos pais aos filhos, dos sistemas de cultivo, de conservação e de distribuição dos alimentos, mas é sobretudo um modelo de vida, de educação, de cultura e de religiosidade. Também, desde o ponto de vista econômico, assegura uma atenção eficaz e amorosa aos mais fracos e, em virtude do princípio de subsidiariedade, pode assumir um papel direto na rede de distribuição e comercialização dos produtos agrícolas destinados à alimentação, reduzindo os custos de intermediação e favorecendo a produção a pequena escala.

Senhoras e senhores:

As dificuldades atuais mostram como as modernas tecnologias, por si mesmas, não são suficientes para superar a carência alimentar, assim como tampouco o são as estatísticas ou o envio de ajuda em casos de emergência. Tudo isso tem certamente uma grande importância; contudo, deve ser completado e orientado por uma ação política que, inspirada nos princípios da lei natural que estão inscritos no coração dos homens, proteja a dignidade da pessoa. Deste modo, também se respeita a ordem da criação e se tem «como critério de orientação o bem de todos» (mensagem para a Jornada Mundial da Paz, 1º de janeiro de 2008, n. 7).

Só a tutela da pessoa, pois, permite combater a causa principal da fome, ou seja, esse fechamento do ser humano para seus semelhantes que dissolve a solidariedade, justifica os modelos de vida consumista e desagrega o tecido social, preservando e inclusive chegando a aumentar o sulco de injustos desequilíbrios, deixando de lado as exigências mais profundas do bem. (cf. Deus Caritas est, 28).

Portanto, se se fizesse valer o respeito da dignidade humana na mesa das negociações, das decisões e de sua aplicação, poder-se-iam superar obstáculos que de outro modo são insuperáveis e se eliminaria, ou ao menos diminuiria, o desinteresse pelo bem dos demais. Deste modo, seria possível adotar medidas equivalentes, que não se rendam diante da fome e da desnutrição, como se se tratasse simplesmente de fenômenos endêmicos e sem solução. A defesa da dignidade humana na ação internacional, também de emergência, ajudaria também a limitar o supérfluo na perspectiva das necessidades dos demais e a administrar de modo justo os frutos da criação, colocando-os à disposição de todas as gerações».

À luz destes princípios, desejo que as delegações presentes nesta reunião assumam novos compromissos e se proponham a levá-los a cabo com grande determinação. A Igreja Católica, por sua parte, deseja unir-se a este esforço! Com espírito de colaboração, baseando-se na antiga sabedoria, inspirada pelo Evangelho, propõe um chamado firme e profundo, que continua sendo de grande atualidade para quem participa da reunião: «Dê de comer a quem está morrendo de fome; se não lhe der de comer, o terá matado» (Decretum Gratiani, c. 21, d. LXXXVI). Asseguro-vos que, neste caminho, podeis contar com a contribuição da Santa Sé. Esta, ainda que se diferencia dos Estados, une-se a eles nos objetivos mais nobres para assinalar um compromisso que, por sua própria natureza, envolve toda a comunidade internacional: alentar todo povo a compartilhar as necessidades dos demais povos, pondo em comum os bens da terra que o Criador destinou a toda a família humana.

Com estes sentimentos, formulo meus melhores desejos de êxito para a conferência e invoco a bênção do Altíssimo sobre vós e sobre todos que estão comprometidos com o autêntico progresso da pessoa e da sociedade.

Vaticano, 2 de junho de 2008

BENEDICTUS PP. XVI

 

01/06/2008

Postagens populares